(Fonte: Organização Mundial da Saúde (OMS), FIGO, ASPRE Trial)

A Pré-Eclâmpsia pode levar a complicações graves, como:

  • Convulsões (eclâmpsia)
  • Síndrome HELLP (hemólise, elevação de enzimas hepáticas e plaquetopenia)
  • Insuficiência cardíaca ou renal
  • Descolamento prematuro da placenta
  • Parto prematuro e emergência obstétrica
  • Risco aumentado de doenças cardiovasculares futuras para a mãe

A boa notícia: é possível prevenir!

É possível identificar mulheres com risco aumentado de desenvolver
pré-eclâmpsia ainda no primeiro trimestre da gestação, entre 11 e 14 semanas.

Esse rastreamento inclui:

  • Histórico clínico da gestante
  • Medida da pressão arterial média
  • Doppler das artérias uterinas
  • Marcador bioquímico (PlGF)